sábado, 3 de dezembro de 2011

Que amor é esse?

Hoje a minha mensagem é diferente, Gostaria de refletir junto com você sobre o amor. Sim, sobre o amor.
Aos nossos olhos e os nossos ouvidos, quando escutamos a palavra AMOR, já acende automaticamente em nossa mente a idéia de clichê, não é verdade? em suma, o AMOR tem retratado um clichê em nossas vidas ultimamente, quando na verdade deveria passar longe dessa denotação de mal gosto ou até mesmo infundada, a qual somos levados a adotar. Sabe por que? Porque se nós pararmos pra entender a profundidade desse sentimento, chegaríamos à mesma conclusão que Jesus chegou, e trouxe pra as nossas vidas; que sem o amor a fé é morta, sem o amor até mesmo as boas ações não valem nada.
Não devemos olhar para a grandeza desse sentimento com visão retorcida, a ponto de entender que por ele se MATA e morre, deturpando a concepção mais bela e saudável do mesmo. Precisamos abolir qualquer indício de doença que nos leva a macular o amor. Sendo assim ele se torna infecundo, sem raízes, alheio de sentido.
Olhemos fixamente para a bondade, o acolhimento, a espera que o amor proporciona. Respiremos e aglutinemos à alma o AMOR que vem de Deus.
É importante que a cada dia reflitamos sobre o que viemos construindo em sentimento nas nossas vidas, "que amor é esse que digo sentir? ". Questione-se; "qual a melhor forma de viver o AMOR em minha vida?".
Que Deus te abençoe.
L.S.+J.C.
TCJNSM

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Entrelaçados, eu e Ele

Quando o ser humano se reconhece totalmente dependente da graça de Deus a vida passa a ter outro aspecto. Eu falo por mim, pois sempre incuti na minha"ideologia" de vida, desde criança, a independência pra tudo, a vontade de resolver minha vida com autosuficiência, mesmo que teoricamente eu temesse a Deus.
Eu temia a Deus mas não podia deixar de tomar as rédeas de TUDO na minha vida. EU precisava fazer, EU precisava dirigir, EU precisava resolver, e isso ,obviamente e por conseqüência, me deu muita noção de responsabilidade pessoal, de maturidade em alguns aspectos vitais, mas me dificultou o processo de reconhecimento da pequenez que sempre me coube, desde o momento da minha concepção.
Isso acontece com a maioria dos seres humanos, as vezes por necessidade de assumir responsabilidades mt cedo, outros por puro ímpeto humano, por afronta com a familia, com quem quer que seja ou com o proprio Deus, outros por pura falta de responsabilidade consigo mesmo,cada um na sua medida, mas convergindo pra o mesmo ponto; HUMANIDADE DEMAIS. E ninguém pode ser humano demais a ponto de sustentar sua própria vida em cima do orgulho, da autoafirmação, da autodecisão, do autodiscernimento, da força "sobrenatural" que as vezes pensamos ter.
Na verdade o reconhecimento de que somos humanos demais, precisa existir pra nos garantir outras visões, pra rememorarmos outros fatos, como: “ser humano demais me faz depender demais do meu Deus, me faz insuficiente pra mim, pra os outros, pra vida”. É um equilíbrio constante.
Não posso me dar abertura nem comodidade de pensar que posso ser mais humana que divina ou vice e versa , eu sou eu, na minha totalidade balanceada entre um e outro. Sou humana demais porque não sou autosuficiente, porque fora do meu Deus não sou. Porém preciso entender que não posso me acomodar numa entrega total dos meus atos a Esse Deus, aí entra o livre arbítrio. Em suma, Deus é Deus, e nós somos nós. É uma eterna relação entre Criador e criatura. Um toma as rédeas mas entrega os cabrestos, o outro confia, espera, aprende, e permite sempre um lugar cativo Aquele que guia de fato a carruagem.